Nova diretoria da Cobrapol assume entidade e começa a trabalhar já na cerimônia de posse


A nova diretoria da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), eleita para o quadriênio 2018/2022 assumiu a entidade e começou a trabalhar já na cerimônia de posse. O evento aconteceu no último dia 29 no Clube Agenpol, em Brasília, e contou com a presença do presidente da Aepes Thomaz Edson Rigo Altoé.

O presidente da Aepes avalia positivamente a primeira reunião de trabalho da nova diretoria e afirma que a Cobrapol viverá uma nova fase onde os Estados retornam para a Confederação, fato que ficou evidenciado na eleição da entidade, avaliada como a de maior quórum de sua história.

“É a primeira vez em muitos anos que há uma mudança efetiva na Confederação que antes enfrentava problemas financeiros que hoje estão sendo sanados. Com essa renovação muitos Estados que estavam afastados da Cobrapol retornam porque acabou o lobby político que sempre existiu”, afirma Thomaz.

Uma Cobrapol mais forte

A ideia dos diretores da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis é fazer a partir desta gestão uma Cobrapol mais forte seguindo os moldes da OAB que tem as suas seccionais espalhadas em todo o país.

“A Cobrapol estava ‘apagada’ nos Estados e pretendemos criar uma instituição forte e respeitada nacionalmente nos moldes e com a força da OAB, por exemplo, aonde todos irão se reportar a Confederação para que não aconteçam situações como a de chefes de polícia que acabam atropelando a categoria com resoluções sem respaldo judicial”, informa Thomaz Edson Rigo Altoé.

Esta situação foi consenso nas discussões dos novos diretores da Cobrapol, pois, de acordo com a nova gestão, a Associação dos Delegados Chefes de Polícias do Brasil não tem legitimidade e respaldo jurídico para criar resoluções normativas ou propor projetos de lei porque elas têm caráter privado.

Nova gestão marcará presença em Brasília

Os diretores da nova gestão estarão permanentemente em Brasília onde iniciarão um trabalho político junto ao Senado e Congresso Nacional e, para isso, criaram uma escala de permanência em Brasília.  A Cobrapol confeccionará uma escala semanal para os diretores com o objetivo de fazer lobby político ao projeto de Lei Orgânica.

Apesar de ser semanal, o presidente da Aepes esclarece que a escala não prejudicará as associações e sindicatos pelo grande número de diretores e Estados participantes da Confederação.

“Quando for a vez do Espírito Santo ir a Brasília, por exemplo, temos dois diretores capixabas, sendo um da Aepes e outro do Sindipol que irão se revezar e com a quantidade de diretores que a Cobrapol possui será uma escala tranquila de se cumprir e isso também se refletirá em uma economia financeira para a nossa entidade”, ressaltou.

Lei orgânica

O evento de posse da nova gestão da Cobrapol em Brasília foi marcado pela união e compromisso de luta. Para o presidente Gutierrez, o compromisso da Confederação é com a Polícia Civil que está sucateada em todo país.

“Temos uma proposta para resolver os entraves no funcionamento da Polícia Judiciária, é a Lei Orgânica da Polícia Civil, cuja proposta já apresentamos ao governo, ao Congresso Nacional e à sociedade”, disse.

Sobre a Lei Orgânica Nacional que cria carreira única, o presidente da Aepes, Thomaz Edson afirma que todos estão esperançosos e comprometidos em passar para a base nos estados os itens da lei. Aqui no Espírito Santo haverá uma parceria entre entidades na divulgação da Lei.

“Vamos trabalhar aqui no Espírito Santo em conjunto com o Sindipol e iremos produzir vídeos informativos e educativos sobre o que é a Lei. A proposta é passar para os Policiais Civis de modo simples e didático o que é a lei e os seus benefícios para os profissionais de Polícia Civil”.

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Produção: Assessoria de Imprensa da Aepes com informações Cobrapol.

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