Campanha de vacinação contra sarampo e paralisia infantil acontece até o dia 31 de agosto

Por AEPES 17/08/2018

A Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo e a paralisia infantil acontece até o dia 31 de agosto e é voltada para as crianças de um ano até menores de cinco anos de idade.  O número de crianças a serem vacinadas é de 201.833 em todo o Espírito Santo. O dia D da campanha será neste sábado (18).

As crianças devem ser levadas a uma unidade de saúde, mesmo as que já tenham sido vacinadas anteriormente. É fundamental que os pais apresentem o cartão de vacina para que o histórico de vacinação da criança seja verificado. Caso esse documento tenha sido perdido, a criança deve ser levada para ser imunizada com a certidão de nascimento. As vacinas estarão disponíveis nas 539 salas de vacinação das Unidades de Saúde em todo Espírito Santo.

Há 18 anos o Espírito Santo não registra casos de sarampo. O último caso autóctone da doença registrado no Estado foi em 1999.

O secretário de Estado da Saúde, Ricardo de Oliveira, explicou que no Brasil há uma rotina de vacinação que vai de janeiro a dezembro, e que em alguns momentos é necessário realizar uma campanha. Segundo ele, no Espírito Santo esta campanha de vacinação será de prevenção, visto que já há registros da doença no Norte do país.

“As vacinas já foram distribuídas, as equipes já foram mobilizadas e treinadas nos municípios e tenho certeza que essa mobilização vai garantir essa cobertura de vacina. Os casos da doença não ficarão restritos ao norte do Brasil e, por isso, o Ministério da Saúde está promovendo esta campanha, para evitar que a doença se espalhe”, disse.

O sarampo pode acometer qualquer faixa etária, mas os surtos que temos visto no Norte do Brasil têm atingido principalmente crianças menores de 5 anos.

A coordenadora Estadual de Imunizações da Sesa, Danielle Grillo, destacou que o grupo que mais possui casos de sarampo é o de crianças.  Por isso ela ressalta a importância de manter a vacinação em dia para a prevenção de doenças, mesmo aquelas que foram eliminadas no Espírito Santo ou no Brasil.

“Se a pessoa não estiver imunizada, o sarampo pode acometer qualquer faixa etária, mas os surtos que temos visto no Norte do Brasil têm acometido principalmente crianças menores de 5 anos. Vale ressaltar que, na criança, a doença pode ser mais grave, pois compromete o sistema imunológico. Além das complicações como infecções respiratórias (pneumonia), o sarampo também pode provocar otites, doenças diarreicas, neurológicas e levar à morte”, disse.

Danielle destacou ainda que, além do sarampo, a vacina tríplice viral também protege contra a caxumba e a rubéola. “É importante dizer que o Brasil já registrou casos de sarampo em seis estados. Para manter a doença afastada, é fundamental manter alta e homogênea a cobertura vacinal, para evitar a reintrodução do vírus”, destacou.

A coordenadora também informou que o quantitativo de doses disponibilizado pelo Ministério da Saúde é suficiente para atender a 100% do público-alvo e mais o estoque estratégico.

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Produção: Assessoria de Imprensa da Aepes com informações Governo do Estado.

Por: AEPES 17/08/2018